Quanto custa ser sustentável?

Se as fórmulas e práticas para criar sustentabilidade a nível pessoal ou a nível empresarial são algo onde se investe uma quantidade considerável de atenção e recursos.

Existe também aqui o convite a reformular, e em vez da pergunta: Quanto nos vai custar ser sustentáveis, perguntar quanto nos está custar agora NÃO ser sustentáveis.

Quantos nos está a custar as reuniões que acabam na mó de baixo porque com o stress e a ansiedade se perdeu algures o foco e o “fio à meada”.

Ou o que implica aquela dor no fundo das costas, por falta de exercício, que impede que o trabalho aconteça de forma constante e alinhada com os seus objectivos.

Ou em que é que se traduz aquele sono após as refeições, que deita por terra qualquer produtividade e que está relacionado com um dos primeiros sintomas de hipoglicemia.

Ou as consequências daquela irritação miudinha ao final do dia que faz com que as emoções disparem com intensidade e sem direcção, no trabalho, no trânsito ou quando chega a casa. E que magicamente melhora quando come “qualquer coisa”.

Ou dos custos das noites mal dormidas em que a cabeça está a mil e não pára, o que não acontece quando está em estados de maior relaxamento e felicidade.

Investir na sustentabilidade nem sempre, numa primeira abordagem, poderá implicar novos rumos, novos orçamentos, esta é uma visão de futuro, também indiscutivelmente essencial neste processo, mas perguntar quanto nos está a custar agora não ser sustentáveis, remete-nos ao aqui e agora, ao presente, às pessoas, e às necessidades efectivas do sistema pessoal ou corporativo que estamos a analisar.

Quando esta pergunta faz parte da equação o caminho como por magia poderá ficar mais claro, mais focado, mais certeiro, economicamente mais viável e de certo mais humano.

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